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sábado, 12 de setembro de 2020

Após consulta ao dentista, menina de 15 anos desaparece no DF


Natasha Antunes Rodrigues, de 15 anos, compareceu ao dentista para realizar a rotineira manutenção no tratamento odontológico, como já faz há mais de um ano. Contudo, após o atendimento no consultório em Samambaia, a garota não retornou para casa e está desaparecida desde então.

“Acredito que o que ela fez foi premeditado, infelizmente”, revela Giselly Alves Rodrigues, 31 anos, mãe de Natasha. “Ela saiu com todos os documentos dela. Levou carregador, caixa do aparelho e nota fiscal”, conta, afirmando ainda que o cartão de crédito utilizado para pagar a consulta e encontrado no banheiro do consultório foi propositalmente deixado pela filha, já que estava “enrolado num papel com meu nome e telefone”.

Entretanto, a família não sabe dizer o que teria motivado o sumiço. “Minha filha jamais foi ‘jogada’ ou de ficar muito na rua. Tinha excelentes notas, tanto no CIL de Taguatinga quanto na escola”, afirma Giselly. A mãe disse ser “muito coruja” e que era muito próxima da filha, que a ajudava a estudar para concursos. “Até sobre sexualidade nós conversávamos, apesar dela não gostar muito”.

Mesmo vivendo em casa separada, o pai confirma a descrição feita pela mãe, reforçando o ótimo caráter e desempenho da filha. “Garota bem estudiosa, indo bem na escola e nunca deu problemas”, ressalta. No último domingo, inclusive, estiveram juntos e, de acordo com o homem, “estava tudo aparentemente bem”.

Paradeiro

A última informação sobre o paradeiro de Natasha foi no consultório odontológico onde fazia a manutenção de seu aparelho. O estabelecimento fica localizado em Samambaia, onde ela, a mãe, o padrasto e dois irmãos moravam. Mesmo tendo mudado para Santo Antônio do Descoberto (GO), a mãe conta que optaram por manter o tratamento no estabelecimento.

Há mais de um ano realizando consultas mensais, a família nunca teve qualquer preocupação sobre a localização da menina. “Sempre fazia esse caminho, nunca desviou e, para qualquer coisa, pedia permissão”, conta Giselly. “Até quando ficava sem celular, ela dava um jeito avisar a gente. Uma vez, ela pediu para usar o telefone de uma loja para me ligar”, lembra.

Como a filha levou a caixa do aparelho telefônico e nota fiscal, a família teve dificuldades em encontrar o imei do celular. Por meio desse número, é possível rastrear o aparelho após a abertura de um boletim de ocorrências, o que já foi feito para descobrir o paradeiro de Natasha.

Por Metrópoles

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